A Choque, galeria que trouxe para o mercado artistas de rua, mais acostumados às paredes da cidade do que ao asséptico cubo branco, conseguiu , em menos de dois anos, tornar-se referência para colecionadores, críticos, além de agregar novo público a arte contemporânea.
A mostra dupla “Choque Cultural na Fortes Vilaça” e “Fortes Vilaça na Choque Cultural” trouxe desafios para os artistas de ambas as galerias, misturou grupos, enfim, mexeu com o circuito. Já que as instituições não o fazem, o evento mostra que as galerias da cidade não pensam só em mercado.
Fábio Cypriano, Folha março 2006
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