TITI NA REVISTA DA FOLHA


"Neste fim de semana, a galeria Choque Cultural, reduto paulistano de arte de rua, colocou mais lenha na fogueira, com a exposição Japan Pop Show, coletiva com 12 novos artistas nisseis e japoneses. A frente da organização o grafiteiro Titi Freak, 33 - que ganhou destaque após ter grafitado a lateral de um edifício em Berlin, na Alemanha, durante a última Copa do Mundo, a convite da Nike - traz uma bagagem que começou a rascunhar há 20 anos."

Por Gustavo Fioratti e Mariane Morisawa

JAPAN POP SHOW NA FOLHATEEN




"No centenário da imigração japonesa no Brasil, a Galeria Choque Cultural promove um encontro entre a arte urbana brasileira e japonesa, na exposição Japan Pop Show. "
Por Leticia de Castro

FOTOS DE TIM BISKUP DURANTE A MADE IN AMERICA NO SITE SUPERTOUCH






"Our boy TIM BISKUP was on hand to do his share of dirt and can remember only parts of the week’s blurry proceedings, but luckily his Leica was on hand to capture the action"
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FOTOS: TIM BISKUP E LOST ART

MADE IN AMERICA NO SITE DA JUXTAPOZ



"Take a little trip on over to Brazil and admire the amazing quality of work shown at the exhibit"
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FOTOS: LOST ART

COBERTURA DA REVISTA EPOCA SOBRE A EXPO MADE IN AMERICA






"Nos últimos anos, centenas de galerias se especializaram em surrealismo pop nos Estados Unidos. Uma das mais importantes é a Jonathan Levine, de Nova York. Pela primeira vez, o Brasil vai conhecer artistas representados por Levine na exposição MADE IN AMERICA, na Galeria Choque Cultural, em São Paulo (...) Ver suas obras, além de encantar os olhos, é a oportunidade de testemunhar o florescimento de um novo movimento artístico".

Por Gisela Anauate

TPM ENTREVISTA CAMILLE ROSE GARCIA



"A sua criatividade vai do design de bonecas nada convencionais a pinturas sangrentas envoltas num conto de fadas. Seu estilo tem uma atmosfera profunda e obscura que, segundo ela, foi o jeito que achou para mostrar ao mundo o que realmente está acontecendo."
por Fernanda Paola e Stephanie Kohn,
TEXTO

MADE IN AMERICA NA TV TRIP

Grandes nomes da arte contemporânea dos EUA expõem no Brasil pela primeira vez

Revista da Folha, abril de 2007, Tinho & Samelo

A Choque expõe e comercializa obras de artistas que tinham pouquíssima chance de ir para o circuito tradicional. O espaço é um sucesso, muito visitado por jovens. Gustavo Fioratti

Revista da Folha, março 2007. Matéria sobre lugares que lembram New York, por Derrick Green, vocalista do Sepultura

A choque é uma das mais interessantes galerias de arte contemporânea de São Paulo. Existe desde 2004 e se mantém sempre atualizada com exposições novas de artistas brasileiros e estrangeiros... É uma galeria fundamental para o futuro dos jovens artistas brasileiros.

Beautiful Decay, february 07, about Ruas de Saõ Paulo exhibition




essa revista é publicada pela Deitch Gallery NY

The New York Times, march 07, about Ruas de São Paulo exhibition

BENJAMIN GENOCCHIO

‘RUAS DE SÃO PAULO: A SURVEY OF BRAZILIAN STREET ART’ Brazilian street artists, many of them school dropouts, have long covered the exposed walls and buildings of cities like Rio de Janeiro and São Paulo with their art. Though it is an illegal activity, it is rarely policed, and has flourished as a result. The first major New York gallery exhibition of Brazilian street art, at Jonathan LeVine, is a flamboyant powerhouse: the walls, floors and parts of the ceiling are decorated with a tangle of kaleidoscopic murals in tripped-out colors; rollicking spray-paint works on wood, clothing and canvas; and a surprising diversity of assemblages and sculpture made of found objects. It looks like a cross between graffiti, tattoo designs, underground comics and Pop art. (The show includes a mixed-media installation by Daniel Medeiros, known as Boleta, above.) Not only will the artists make their works from anything, they will also create them just about anywhere, as a documentary video on display reveals. It follows the artist known as Zezão through a labyrinth of storm-water and sewage tunnels beneath São Paulo in search of caverns with unspoiled walls to paint. Then he goes to work with an industrial flashlight and a mini paint roller. He tells the interviewer that he has staked out this unlikely turf to avoid having his design painted over, the fate of many of his predecessors. Down here, alone, he is painting his Sistine Chapel. (“Ruas de São Paulo: A Survey of Brazilian Street Art,” Jonathan LeVine Gallery, 529 West 20th Street, ninth floor, Chelsea, 212-243-3822, www.jonathanlevinegallery.com, through March 17.)






Revista Vejinha, dezembro 2006

Galerias Pop

No início dos anos 90, quando trabalhava como estilista para marcas de moda jovem, Baixo Ribeiro costumava convidar grafiteiros para estampar camisetas. As roupas criadas por eles faziam tanto sucesso que a garotada comprava as peças para colecionar. “Quando me dei conta disso percebi que uma galeria voltada para esse público poderia dar certo”. Ele e a mulher, a arquiteta Mariana Martins - filha do pintor Aldemir Martins (1922-2006) – fundaram em 2004 a Choque Cultural, em Pinheiros (hoje contam com mais um sócio, o historiador Eduardo Saretta). No espaço de 150 metros quadrados são encontrados pôsteres, pinturas originais e gravuras de nomes como Speto, Zezão e Highraff, que têm seus admiradores entre o público moderninho de São Paulo. Se no início a galeria recebia somente simpatizantes da arte de rua, hoje atrai para as suas salas críticos e colecionadores. “É nesses endereços mais alternativos que encontramos obras novas, em que a experimentação é maior”, afirma Fábio Cypriano, crítico da Folha de São Paulo. “Eles são um estímulo para que mais pessoas produzam e ainda democratizam o consumo ao oferecer preços acessíveis”. Quem visita a Choque, por exemplo, pode levar para casa peças à partir de 90 reais.
Desde o surgimento da Choque Cultural, outras galerias dedicadas à chamada arte jovem, feita por nomes ainda não consagrados, abriram as portas na cidade. A galeria Pop, a Emma Thomas, a Favo e a Casa da Xiclet são alguns exemplos. Para Alexandre Gabriel, diretor da Fortes Vilaça, em Pinheiros, uma das mais respeitadas galerias de São Paulo, o surgimento dessa concorrência mais alternativa é positivo. Em março, a Fortes Vilaça convidou oito artistas da Choque Cultural para expor em suas dependências. Em contrapartida, dez nomes de seu time, como os consagrados Vik Muniz e Beatriz Milhazes, criaram peças especialmente para a Choque. “Houve uma troca de públicos e com isso os dois lados saíram ganhando”, diz ele.

Sandra Soares, Veja São Paulo, dezembro 2006

Choque no Museu Afro Brasil

Choque, queridinha da Moda

A Choque Cultural tornou-se a queridinha do circuito da moda, por representar iniciantes de talento que trazem referências da rua em suas obras.
Guia da Folha, eleita em pesquisa, a melhor galeria de arte em São Paulo, em setembro de 2006

É uma das poucas galerias que dá espaço a mostras independentes.
Eliana Dias, hostess do Clube Vegas
Folha em setembro 2006

A Choque compila todos os conceitos que importam para as artes no momento: ilustração, art toys e graffiti.
Jackson Araújo na Folha em setembro 2006

A Choque Cultural é a galeria de arte que melhor entende a jovem cultura urbana em SP.
Érika Palomino, na Folha em setembro 2006

Além de divulgar, a Choque estimula a produção cultural underground da cidade.
Maria Prata, editora da Vogue, na Folha em setembro 2006

Andrei Muller

Marina Person indica

A Choque é pioneira em Toy Art aqui na terrinha

Estréia da coluna do Baixo na Simples

Chris Mello

Flávio Samelo

Flávio Samelo

Flávio Samelo

Tinico Rosa

crítico Fábio Cypriano

A Choque Cultural tem buscado viabilizar essa ponte entre a produção na rua, necessariamente transgressora, e sua versão em galeria comercial, sem, no entanto, tornar a produção dos artistas comprometida a ponto de descaracterizá-la.
Fábio Cypriano, Folha agosto 2006

crítico de arte Cauê Alves

Um dos principais motivos da visibilidade que o graffiti de São Paulo adquiriu entre nós se deve a mais de um ano e meio de trabalho da galeria Choque Cultural.
Cauê Alves, Bienart , mar 2006

crítico de arte Fábio Cypriano

A Choque, galeria que trouxe para o mercado artistas de rua, mais acostumados às paredes da cidade do que ao asséptico cubo branco, conseguiu , em menos de dois anos, tornar-se referência para colecionadores, críticos, além de agregar novo público a arte contemporânea.
A mostra dupla “Choque Cultural na Fortes Vilaça” e “Fortes Vilaça na Choque Cultural” trouxe desafios para os artistas de ambas as galerias, misturou grupos, enfim, mexeu com o circuito. Já que as instituições não o fazem, o evento mostra que as galerias da cidade não pensam só em mercado.

Fábio Cypriano, Folha março 2006